Fuvest 2002 · Primeira fase · Objetiva
Geografia · Demografia, Migrações, Identidade regional
“Quando vim de minha terra,
se é que vim de minha terra
(não estou morto por lá?)
a correnteza do rio
me sussurrou vagamente
que eu havia de quebrar
lá donde me despedia.
(...) Quando vim de minha terra
não vim, perdi-me no espaço
na ilusão de ter saído.
Ai de mim, nunca saí.”
Nesse poema, Carlos Drummond de Andrade
- discute a permanente frustração do desejo de migrar do campo para a cidade.
- reflete sobre o sentimento paradoxal do migrante em face de sua identidade regional.
- expõe a tragédia familiar do migrante quando se desloca do interior para a cidade.
- aborda o problema das migrações originárias das regiões ribeirinhas para as grandes cidades.
- comenta as expectativas e esperanças do migrante em relação ao lugar de destino.
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Transcrição conferida com a prova original. Fonte da coletânea: Grupo Exatas. Revisada em 07/09/2026. Encontrou um erro? Reportar erro