Fuvest 2017 · Segunda fase · Discursiva

Física · Cinemática, Energia potencial elétrica

A determinação da massa da molécula de insulina é parte do estudo de sua estrutura. Para medir essa massa, as moléculas de insulina são previamente ionizadas, adquirindo, cada molécula, a carga de um elétron. Esses íons (I) são liberados com velocidade inicial nula a partir de uma amostra submetida a um potencial V = -20 kV. Os íons são acelerados devido à diferença de potencial entre a amostra e um tubo metálico, em potencial nulo, no qual passam a se mover com velocidade constante. Para a calibração da medida, adicionase à amostra um material padrão cujas moléculas também são ionizadas, adquirindo, cada uma, a carga de um elétron; esses íons (P) têm massa conhecida igual a 2846 u. A situação está esquematizada na figura.

  1. Determine a energia cinética E dos íons, quando estão dentro do tubo.

    O gráfico na página de respostas mostra o número N de íons em função do tempo t despendido para percorrerem o comprimento L do tubo. Determine

  2. a partir dos tempos indicados no gráfico, a razão Rv=vIvpR_{v}=\frac{v_{I}}{v_{p}}  entre os módulos das velocidade v1v_{1} , de um íon de insulina, e vpv_{p} , de um íon P, em movimento dentro do tubo;
  3. a razão Rm=mImpR_{m}= \frac{m_{I}}{m_{p}}  entre as massas mIm_{I} e mpm_{p}, , respectivamente, de um íon de insulina e de um íon P
  4. a massa  mIm_{I} de um íon de insulina, em unidades de massa atômica (u)

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