IFPE 2017 · Fase não identificada na fonte · Objetiva
Geografia · Relevo, Rochas
ESTRUTURA DO RELEVO NORDESTINO
A geologia do Nordeste brasileiro apresenta estruturas antigas e recentes formadas por processos de cristalização e sedimentação, como podemos ver nesse perfil de leste-oeste confeccionado por Jurandyr Ross, em que se destacam unidades como a do Planalto da Borborema e os Planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba, além da Depressão Sertaneja e os Tabuleiros litorâneos.
ROSS, Jurandyr. Geografia do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1996.
Considerada uma importante e extensa unidade de compartimentação do relevo da região Nordeste, a Depressão Sertaneja é caracterizada como
- área de alta altitude resultante de antigos planaltos do escudo cristalino brasileiro que se apresenta como testemunho da atuação tectônica na região.
- área rebaixada e aplainada, sujeita a constante processo de erosão e com eventual ocorrência de relevos residuais, formados por inselbergs, que são rochas do escudo cristalino, resistentes aos processos erosivos.
- área de deposição formada, exclusivamente, por material sedimentar que confere a ela uma topografia aplainada.
- área do núcleo cristalino arqueado com altitudes superiores a 1000m apresentando eventual ondulamento típico de regiões com atividade erosiva.
- área de depressão absoluta por se encontrar abaixo do nível do mar, mas que se apresenta seca devido à barreira formada pelo Planalto da Borborema que impede o avanço do oceano.
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Transcrição conferida com a prova original. Fonte da coletânea: Prof. Eduardo Klein. Revisada em 07/09/2026. Encontrou um erro? Reportar erro