Matemática I · Frente 3 · Capítulo 1 · p. 216-229 · Poliedro
Ferramentas básicas da Geometria
O quadro é o principal componente de uma bicicleta. Ele precisa ser forte, rígido e leve, e isso pode ser conseguido com a combinação de diferentes formas e materiais. Os modelos mais comuns são baseados geometricamente na forma de triângulos.
O triângulo é a forma mais estável entre os polígonos. Uma de suas principais características é apresentar maior rigidez. As propriedades métricas e trigonométricas dos triângulos têm sua base no triângulo retângulo, que será o principal objeto de estudo deste capítulo. Assim, partiremos desse tipo de triângulo para abordar o teorema de Pitágoras e suas aplicações, bem como as razões trigonométricas.
O triângulo retângulo
Noções iniciais
Observando duas retas ou dois segmentos de reta, ao percebermos que não há paralelismo entre elas, surge de imediato a noção de inclinação relativa entre essas figuras. A grandeza dessa inclinação relativa pode ser mensurada com base no conceito de ângulo.
Ângulos e o ângulo reto
As figuras geométricas formadas pela reunião dos pontos de duas semirretas de mesma origem são denominadas ângulos retilíneos. Esses ângulos costumam ser medidos em graus ou radianos.
Quando três pontos estão sobre uma mesma reta, eles determinam um ângulo raso, cuja medida é .
Repare que o ângulo raso equivale a dois ângulos de , e cada um desses ângulos é chamado de ângulo reto.
Para indicar o ângulo reto, utilizamos o símbolo (0,0.22) – (0,0) – (0.22,0); (0.075,0.075) circle (0.5pt);.
Os ângulos de medida entre e são denominados agudos, e aqueles cujas medidas estão entre e recebem o nome de ângulos obtusos.
Os ângulos retos são aqueles determinados por duas retas concorrentes quando os quatro ângulos formados tiverem a mesma medida (forem congruentes). Nesse caso, as retas serão perpendiculares.
Essa situação pode ser observada em diversas figuras geométricas. Vejamos alguns exemplos:
Alturas de polígonos como triângulos, trapézios, paralelogramos ou pentágonos estão contidas em retas que são perpendiculares às bases desses polígonos.
Toda reta tangente a uma circunferência é perpendicular ao raio que une o centro da circunferência ao ponto onde ocorre a tangência.
A distância de um ponto P até uma reta é representada por um segmento perpendicular à reta com uma extremidade em P e outra em . Nesse caso, a extremidade da distância que está contida na reta é denominada projeção ortogonal do ponto P sobre essa reta.
Definição de triângulo retângulo
Triângulos são formas geométricas que possuem três lados e três ângulos. Um importante teorema, conhecido como teorema angular de Tales, diz que as medidas dos ângulos internos de qualquer triângulo somam sempre o mesmo que um ângulo raso (). Assim, supondo que , e são as medidas dos três ângulos internos de um triângulo, temos:
Dizemos que um triângulo é retângulo quando um de seus ângulos é reto (de medida ). Assim, os outros dois ângulos são agudos e suas medidas somam .
Os lados de um triângulo retângulo são chamados de hipotenusa e catetos. A hipotenusa é o lado oposto ao ângulo reto e o maior lado do triângulo retângulo. Desse modo, na figura:
- é a hipotenusa do triângulo, logo e são os catetos;
- é o cateto oposto ao ângulo de medida ou o cateto adjacente ao ângulo de medida ;
- é o cateto adjacente ao ângulo de medida ou o cateto oposto ao ângulo de medida .
Áreas
Outro conceito que precisaremos recordar é de cálculo de áreas simples, como retângulos, quadrados e triângulos retângulos.
A área pode ser entendida como uma medida de superfície. E, para medir a extensão de uma superfície, criamos uma superfície padrão (unidade de área) e a comparamos com outras superfícies. A superfície padrão mais comum é um quadrado de lado unitário, que passará a ser nossa superfície de área unitária. Cobrimos, assim, a superfície com esse padrão, de maneira que não haja sobreposição, e contamos o número de quadrados unitários. Esse número é a área da superfície. Caso não consigamos cobri-la inteiramente, recorremos a quadrados cada vez menores, que cabem um número inteiro de vezes em nosso quadrado unitário, em um processo de aproximações sucessivas.
O quadrilátero mais simples para medirmos a área é o retângulo. Por ter quatro ângulos retos, nós o utilizaremos como referência para o cálculo de área dos outros quadriláteros. Veja a figura:
O retângulo da figura tem lados de 4 cm e 6 cm. É fácil ver que cabem quadrados de em sua superfície. Por isso, sua área é igual a .
De acordo com exemplos como esse, vamos definir a área do retângulo de base e altura como o produto .
O quadrado é um retângulo de lados congruentes. Assim, a área de um quadrado de lado é igual a .
Um triângulo retângulo de catetos e e hipotenusa pode ser entendido como metade de um retângulo de lados e . Logo, a área do triângulo retângulo de catetos e pode ser dada por .
O teorema de Pitágoras
O teorema de Pitágoras diz respeito aos triângulos retângulos, ou seja, aos triângulos que possuem um ângulo reto (). Os lados que formam esse ângulo reto são os catetos desse triângulo, e o lado oposto a esse ângulo é a hipotenusa do triângulo. O teorema diz:
Para entender o teorema de Pitágoras, podemos interpretar esse enunciado da seguinte forma: a área do quadrado cujos lados têm a mesma medida que a hipotenusa de um triângulo retângulo é igual à soma das áreas dos quadrados cujos lados medem o mesmo valor que os catetos do triângulo.
A figura a seguir, por exemplo, permite verificar o teorema para o caso particular do triângulo de lados 3, 4 e 5. Veja que a área do quadrado de lado (medida da hipotenusa) é 25, enquanto as áreas dos quadrados com lados e (catetos) são, respectivamente, iguais a 16 e 9. Temos que , ou seja, .
Exemplos como esse podem tornar o resultado crível, mas não são uma justificativa geral ou uma demonstração. Há um grande número de demonstrações desse teorema. Vejamos uma delas, atribuída ao próprio Pitágoras.
Os dois quadrados da figura acima têm lados de medida . Ao remover os triângulos retângulos de catetos e dos dois quadrados (os triângulos em amarelo), as áreas remanescentes devem ser iguais. Do lado esquerdo sobrou um quadrado de lado (em roxo) e, do lado direito, um quadrado de lado (em azul) e um de lado (em verde). Assim, a área da superfície roxa () é igual à soma das áreas das superfícies azul () e verde ().
O primeiro aspecto prático do teorema de Pitágoras é a facilidade com que se pode encontrar a medida de um dos lados de um triângulo retângulo conhecendo as medidas dos outros dois.
Para encontrar o comprimento da hipotenusa de um triângulo retângulo, basta somarmos os quadrados das medidas dos catetos e extrair a raiz quadrada dessa soma. Assim, se os catetos medem 3 cm e 5 cm, por exemplo, a soma dos quadrados de suas medidas é e, portanto, a hipotenusa desse triângulo tem cm de comprimento.
Para achar o comprimento de um cateto, basta subtrairmos do quadrado da medida da hipotenusa o quadrado da medida do outro cateto, extraindo, em seguida, a raiz quadrada dessa diferença. Assim, se o cateto de um triângulo mede 3 cm e a hipotenusa mede 7 cm, por exemplo, a diferença dos quadrados das medidas desses valores é e, por conseguinte, o outro cateto desse triângulo tem cm de comprimento, ou seja, cm.
Vejamos alguns exemplos clássicos de aplicações do teorema de Pitágoras.
Exercício resolvido 1
Calcule a diagonal de um retângulo de lados 8 cm e 15 cm.
Exercício resolvido 2
Quanto mede a diagonal de um quadrado de lado ?
Exercício resolvido 3
Quanto mede a altura de um triângulo isósceles de lados 4 cm, 6 cm e 6 cm?
Exercício resolvido 4
Calcule a altura de um triângulo equilátero de lado .
Exercício resolvido 5
Um trapézio isósceles tem bases que medem 16 cm e 40 cm e lados que medem 20 cm. Quanto mede a altura desse trapézio?
Exercício resolvido 6
Um triângulo escaleno ABC tem lados com as seguintes medidas: cm, cm e cm. Calcule a altura relativa ao lado .
Exercício resolvido 7
Sejam duas circunferências: a primeira de centro A e raio 12 cm e a segunda de centro B e raio 5 cm. Sabendo que a distância entre os dois centros é cm, calcule o comprimento do segmento tangente externo comum às duas circunferências.
Exercício resolvido 8
Sejam duas circunferências: a primeira de centro A e raio 5 cm, e a segunda de centro B e raio 3 cm. Sabendo que a distância entre os dois centros é cm, calcule o comprimento do segmento tangente interno comum às duas circunferências.
Observação: Nas condições dos exercícios resolvidos 7 e 8, há dois segmentos tangentes externos congruentes e dois segmentos tangentes internos congruentes.
Triângulos pitagóricos
Vimos, nos exemplos anteriores, que alguns triângulos retângulos têm lados com medidas representadas por números inteiros, e outros, não. Aqueles triângulos retângulos cujos lados são representados por inteiros são chamados de pitagóricos. Quando os lados são números primos entre si, recebem o nome de pitagóricos primitivos, que são:
- o triângulo de lados 3, 4 e 5, pois e ;
- o triângulo de lados 5, 12 e 13, pois e .
São pitagóricos não primitivos 6, 8 e 10 e 10, 24 e 26 porque, apesar de satisfazerem o teorema de Pitágoras (verifique!), temos e . Observe que são números proporcionais a , o que faz com que os triângulos sejam semelhantes. Dizemos que esses dois triângulos são da família , da qual é o primitivo. A mesma observação se aplica a e .
Podemos demonstrar que todo triângulo pitagórico primitivo pode ser obtido pelo procedimento a seguir:
- Escolhemos dois números inteiros positivos e , , e primos entre si e de paridades diferentes.
Determinamos as medidas dos lados desta forma:
O quadro a seguir indica alguns pitagóricos obtidos pelo método dado.
| 2 | 1 | 5 | 4 | 3 | |
| 3 | 2 | 13 | 12 | 5 | |
| 4 | 1 | 17 | 8 | 15 | |
| 4 | 3 | 25 | 24 | 7 | |
| 5 | 2 | 29 | 20 | 21 | |
| 5 | 4 | 41 | 40 | 9 |
O mais famoso dos pitagóricos é o triângulo de medidas 3, 4 e 5.
Exercício resolvido 9
Mostre que o único triângulo pitagórico primitivo que tem lados em progressão aritmética é o triângulo 3, 4, 5.
Observação: Todos os triângulos semelhantes ao , ou seja, com lados , com real e positivo, terão os lados em progressão aritmética.
Exercício resolvido 10
Fuvest-SP Uma escada de 25 dm de comprimento se apoia num muro do qual seu pé dista 7 dm. Se o pé da escada se afastar mais 8 dm do muro, qual o deslocamento verificado pela extremidade superior da escada?
- 4 dm.
- 5 dm.
- 6 dm.
- 7 dm.
- 8 dm.
Triângulos notáveis
Alguns triângulos retângulos, por serem tão comuns em problemas, acabaram ganhando o apelido de triângulos notáveis. Aqui, destacaremos dois: o triângulo de ângulos , e ; e o triângulo retângulo e isósceles.
Observe na figura a seguir o triângulo ABC de ângulos , e , o qual chamaremos, daqui em diante, . Em torno do lado , vamos fazer uma rotação de (reflexão), colocando o ponto B na posição B'.
O triângulo ABB' é equilátero, pois, se , teremos e .
Sendo e aplicando o teorema de Pitágoras ao triângulo ABC, teremos:
A conclusão a que chegamos é que o triângulo sempre terá os lados proporcionais aos números , ou seja, lados de medidas , , com oposto ao ângulo de , oposto ao ângulo de , e oposto ao ângulo de .
Outro triângulo notável é o triângulo retângulo e isósceles. Veja as figuras seguintes:
O triângulo ABC, retângulo em B, tem os catetos com a mesma medida, digamos , ou seja, . Assim, os ângulos e possuem, ambos, medida . Como podemos ver na figura, o triângulo ABC é metade de um quadrado de lado , e sua hipotenusa é a diagonal desse quadrado, com medida .
Logo, os lados do triângulo retângulo e isósceles têm medidas proporcionais a , ou seja, são da forma .
Vejamos alguns exemplos de aplicação dessas ideias.
Exercício resolvido 11
Um avião decola de maneira que a trajetória forme um ângulo de com o solo, supostamente plano e retilíneo. Após o deslocamento de 10 km em linha reta, determine a que altura o avião se encontra em relação ao solo.
Exercício resolvido 12
Determine a altura relativa à hipotenusa de um triângulo retângulo e isósceles de perímetro igual a 2 cm.
Exercício resolvido 13
Tião está fazendo sua tradicional caminhada matinal em uma praia ideal, supostamente retilínea. Seu percurso se dá em linha reta, paralela ao mar, em velocidade constante. Ao chegar ao ponto A, avista um barco firmemente ancorado no ponto N, formando com o prolongamento de sua trajetória. Em seguida, ele caminha mais km e encontra o amigo Marcão no ponto B. Olhando para o navio, que ficou parado, Tião conclui que a linha que os liga ao navio () e o segmento de reta que acaba de percorrer () formam um ângulo de . Após fornecer todas essas informações a Marcão, ele pergunta:
- Qual é a distância do navio à praia? (trajetória de Tião)
- Quanto mede ?
- Quanto mede ?
Sabendo que Marcão acertou as respostas, determine o que ele respondeu.
Observação: O método utilizado na resolução do exercício resolvido 13 é recomendável também em triângulos de ângulos ou .
O triângulo retângulo e as razões trigonométricas
Como vimos, um dos ângulos de um triângulo retângulo mede e os outros dois são agudos e complementares. Na figura do triângulo ABC a seguir, temos que:
- a hipotenusa do triângulo é ;
- o cateto oposto ao ângulo de medida é ;
- o cateto adjacente ao ângulo de medida também é ;
- o cateto adjacente ao ângulo de medida é ;
- o cateto oposto ao ângulo de medida também é .
As razões trigonométricas seno, cosseno e tangente de ângulos agudos são definidas como quocientes entre os comprimentos de determinados lados de um triângulo retângulo. Em relação aos ângulos de medidas e no triângulo ABC da figura anterior, encontramos:
De acordo com essas razões trigonométricas, obtemos:
Como a hipotenusa é o maior lado do triângulo retângulo, os valores de seno e cosseno de ângulos agudos sempre serão positivos e menores que 1. Já a tangente pode assumir qualquer valor real positivo.
Se dois triângulos retângulos têm os mesmos ângulos, eles são semelhantes e, portanto, apresentam os lados proporcionais. Observe a figura a seguir:
Os triângulos ABC e AB'C' são semelhantes. Portanto:
Podemos concluir que, para qualquer par de triângulos semelhantes, os valores das funções trigonométricas de um de seus ângulos agudos são iguais para os dois triângulos, pois os lados aumentam proporcionalmente. Isso significa que o valor do seno, do cosseno ou da tangente de um ângulo agudo é uma característica do ângulo, e não do triângulo particular do qual ele faz parte.
Se a hipotenusa de um triângulo retângulo tem medida unitária, as medidas dos seus catetos coincidirão com o seno e o cosseno de um mesmo ângulo agudo desse triângulo.
A sentença algébrica que expressa o teorema de Pitágoras, nesse triângulo retângulo de hipotenusa unitária, é conhecida como relação fundamental da Trigonometria.
Essa relação é válida para qualquer ângulo agudo (no curso de Trigonometria, você verá que essa relação também é válida para todos os ângulos, agudos ou não).
Vejamos o exemplo: no triângulo ABC, de medidas cm, cm e cm, determine as funções trigonométricas dos ângulos agudos.
Já vimos que o triângulo 3, 4, 5 é retângulo. Assim, temos:
Observe que:
Exercício resolvido 14
Determinado ângulo agudo tem . Calcule o valor de .
Além das três razões trigonométricas que acabamos de estudar, existem três outras razões entre as medidas dos lados de um triângulo retângulo, que são: a secante (sec), a cossecante (cossec) e a cotangente (cotg).
Embora se acredite que as primeiras razões trigonométricas, usadas na Antiguidade pelos babilônios e egípcios, tenham sido a secante e a cotangente, elas são, atualmente, chamadas de auxiliares e costumam ser definidas com base no seno, no cosseno ou na tangente.
Ângulos notáveis
Para alguns (poucos) ângulos, podemos calcular as razões trigonométricas com base em construções geométricas simples. São bastante conhecidas as construções para os ângulos de , e , conhecidos como ângulos notáveis. Existem outras construções para ângulos de , , , , , ..., entre outros. Aqui nos ateremos aos notáveis: , e .
Vamos usar novamente o triângulo notável .
No triângulo ABC, com , , , , e , temos:
Agora, vamos utilizar o triângulo retângulo e isósceles, de ângulos e lados .
Da figura, obtemos:
Podemos resumir esses resultados no quadro a seguir:
| sen | |||
| cos | |||
| tg |
Os valores dessa tabela são amplamente utilizados nos exames vestibulares no Brasil e, muitas vezes, não são fornecidos. Por isso, é recomendável que sejam memorizados.
Às vezes, temos dúvidas do tipo: “ao dobrarmos o ângulo, dobramos também o seno ou a tangente?”. Infelizmente, ângulos e suas respectivas razões trigonométricas não são proporcionais. Se fossem, teríamos absurdos como . Neste caso, o erro é: o seno de não é o dobro do seno de . Para calcular as razões trigonométricas, existem algumas construções elementares para poucos ângulos (, , , , , , , ...), mas não para todos eles. Aliás, calcular uma razão trigonométrica de um ângulo agudo envolve várias técnicas matemáticas e experimentais diferentes, a maioria fora do escopo do Ensino Médio. Em geral, os resultados dessas razões são apresentados em tabelas trigonométricas. Veja um exemplo:
| Tabela das razões trigonométricas | ||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| ângulo | sen | cos | tg | ângulo | sen | cos | tg | ângulo | sen | cos | tg | ângulo | sen | cos | tg | |||
| 0 | 0,000 | 1,000 | 0,000 | 23 | 0,391 | 0,921 | 0,424 | 46 | 0,719 | 0,695 | 1,036 | 69 | 0,934 | 0,358 | 2,605 | |||
| 1 | 0,017 | 1,000 | 0,017 | 24 | 0,407 | 0,914 | 0,445 | 47 | 0,731 | 0,682 | 1,072 | 70 | 0,940 | 0,342 | 2,747 | |||
| 2 | 0,035 | 0,999 | 0,035 | 25 | 0,423 | 0,906 | 0,466 | 48 | 0,743 | 0,669 | 1,111 | 71 | 0,946 | 0,326 | 2,904 | |||
| 3 | 0,052 | 0,999 | 0,052 | 26 | 0,438 | 0,899 | 0,488 | 49 | 0,755 | 0,656 | 1,150 | 72 | 0,951 | 0,309 | 3,078 | |||
| 4 | 0,070 | 0,998 | 0,070 | 27 | 0,454 | 0,891 | 0,510 | 50 | 0,766 | 0,643 | 1,192 | 73 | 0,956 | 0,292 | 3,271 | |||
| 5 | 0,087 | 0,996 | 0,087 | 28 | 0,469 | 0,883 | 0,532 | 51 | 0,777 | 0,629 | 1,235 | 74 | 0,961 | 0,276 | 3,487 | |||
| 6 | 0,105 | 0,995 | 0,105 | 29 | 0,485 | 0,875 | 0,554 | 52 | 0,788 | 0,616 | 1,280 | 75 | 0,966 | 0,259 | 3,732 | |||
| 7 | 0,122 | 0,993 | 0,123 | 30 | 0,500 | 0,866 | 0,577 | 53 | 0,799 | 0,602 | 1,327 | 76 | 0,970 | 0,242 | 4,011 | |||
| 8 | 0,139 | 0,990 | 0,141 | 31 | 0,515 | 0,857 | 0,601 | 54 | 0,809 | 0,588 | 1,376 | 77 | 0,974 | 0,225 | 4,331 | |||
| 9 | 0,156 | 0,988 | 0,158 | 32 | 0,530 | 0,848 | 0,625 | 55 | 0,819 | 0,574 | 1,428 | 78 | 0,978 | 0,208 | 4,705 | |||
| 10 | 0,174 | 0,985 | 0,176 | 33 | 0,545 | 0,839 | 0,649 | 56 | 0,829 | 0,559 | 1,483 | 79 | 0,982 | 0,191 | 5,145 | |||
| 11 | 0,191 | 0,982 | 0,194 | 34 | 0,559 | 0,829 | 0,675 | 57 | 0,839 | 0,545 | 1,540 | 80 | 0,985 | 0,174 | 5,671 | |||
| 12 | 0,208 | 0,978 | 0,213 | 35 | 0,574 | 0,819 | 0,700 | 58 | 0,848 | 0,530 | 1,600 | 81 | 0,988 | 0,156 | 6,314 | |||
| 13 | 0,225 | 0,974 | 0,231 | 36 | 0,588 | 0,809 | 0,727 | 59 | 0,857 | 0,515 | 1,664 | 82 | 0,990 | 0,139 | 7,115 | |||
| 14 | 0,242 | 0,970 | 0,249 | 37 | 0,602 | 0,799 | 0,754 | 60 | 0,866 | 0,500 | 1,732 | 83 | 0,993 | 0,122 | 8,144 | |||
| 15 | 0,259 | 0,966 | 0,268 | 38 | 0,616 | 0,788 | 0,781 | 61 | 0,875 | 0,485 | 1,804 | 84 | 0,995 | 0,105 | 9,514 | |||
| 16 | 0,276 | 0,961 | 0,287 | 39 | 0,629 | 0,777 | 0,810 | 62 | 0,883 | 0,469 | 1,881 | 85 | 0,996 | 0,087 | 11,430 | |||
| 17 | 0,292 | 0,956 | 0,306 | 40 | 0,643 | 0,766 | 0,839 | 63 | 0,891 | 0,454 | 1,963 | 86 | 0,998 | 0,076 | 14,301 | |||
| 18 | 0,309 | 0,951 | 0,325 | 41 | 0,656 | 0,755 | 0,869 | 64 | 0,899 | 0,438 | 2,050 | 87 | 0,998 | 0,052 | 19,081 | |||
| 19 | 0,326 | 0,946 | 0,344 | 42 | 0,669 | 0,743 | 0,900 | 65 | 0,906 | 0,423 | 2,145 | 88 | 0,999 | 0,035 | 28,636 | |||
| 20 | 0,342 | 0,940 | 0,364 | 43 | 0,682 | 0,731 | 0,933 | 66 | 0,914 | 0,407 | 2,246 | 89 | 0,999 | 0,017 | 57,290 | |||
| 21 | 0,358 | 0,934 | 0,384 | 44 | 0,695 | 0,719 | 0,966 | 67 | 0,921 | 0,391 | 2,356 | 90 | 1,000 | 0,000 | - | |||
| 22 | 0,375 | 0,927 | 0,404 | 45 | 0,707 | 0,707 | 1,000 | 68 | 0,927 | 0,375 | 2,475 | |||||||
Vejamos alguns exercícios com problemas que envolvem razões trigonométricas.
Exercício resolvido 15
Considere o retângulo ABCD a seguir, em que a base mede 12 e a altura 5. Determine a distância do vértice A à diagonal .
Exercício resolvido 16
Unesp Um ciclista sobe, em linha reta, uma rampa com inclinação de 3 graus a uma velocidade constante de 4 metros por segundo. A altura do topo da rampa em relação ao ponto de partida é 30 m.
Use a aproximação e responda. O tempo, em minutos, que o ciclista levou para percorrer completamente a rampa é:
- 2,5
- 7,5
- 10
- 15
- 30
Exercício resolvido 17
Determine, em função das medidas e dos catetos do triângulo ABC, o lado do quadrado nele inscrito, como mostra a figura.
Exercício resolvido 18
Faça uma tabela com os valores dos senos, cossenos e tangentes dos ângulos de e .
Questões para praticar
Questões de vestibular dos assuntos deste capítulo.
Transcrição conferida com a obra original (Matemática I, Poliedro, p. 216-229). Revisada em 07/09/2026. Encontrou um erro? Reportar erro